-Uma coisa que você gostaria de fazer antes do mundo acabar?
"Realizar meus sonhos!"
-Qual o seu erro cíclico de redundância, ou seja, sua mania?
"Muita coisa! Tenho tantas que algumas acho até que desconheço, mas com certeza a pior é a de quando quando não tenho certeza de algo e digo "Acho que não sei"! É triste!"
-Qual situação constrangedora que você já passou?
"Muitas, tenho um "feeling" pra passar por esse tipo de situação!"
-Qual o tipo de chocolate que você mais gosta?
"Poucos tipos, não gosto muito de chocolates, mas aceito bem eles na páscoa."
-Quem tem o nariz tão grande, ao ponto de você dizer que te inspira?
"Acho que não tem ninguém que me inspire tanto assim. Qualquer um que consegue correr atras daquilo que sonha, para mim, já é uma fonte de inspiração."
-Uma frase que eu não poderia dormir sem ler?
"Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar." Friedrich Nietzsche
-Qual a sua idade? E qual idade queria ter?
"19, as vezes gostaria de voltar ao meus 8 anos, quando não havia responsabilidades e as vezes queria ser mais velho, sei lá, acho que ter uns 25, não sei bem porque."
-Arrependimentos?
"Muitos, mas atualmente tento encarar as coisas de outra forma para não ter que me arrepender."
-Qual o seu maior sonho?
"Torna-me um grande cineasta, conhecido pelo meu estilo diferente de ver as coisas como elas são."
-O que você espera como um produtor/colaborador/ator de filmes?
"Mostrar ao mundo uma forma diferente de enxergar as coisas, dar a elas a possibilidade de sonhar acordadas ao ver um filme produzido por mim e minha equipe."
Estamos iniciando um novo projeto "Alambique Informa" um programa de humor que vai tratar de todos os tipos de assunto que envolvem problemas cotidianos da nossa sociedade! Espero que gostem!
Cesar Dornelas, Fotografo e colunista da Lanterna Mágica Filmes.
Os filmes com temáticas LGBT começaram a ser produzidos no final do século XIX, bem no princípio da indústria cinematográfica. No começo dessa categoria era prevalente representações preconceituosas ou trágicas.
O primeiro filme que teve como tema a homossexualidade, foi produzido por Thomas Edison, em 1895, o filme se chamava "The Gay Brothers". O primeiro beijo gay gravado para o cinema foi no filme "Wings" de 1927, Filme esse que que foi o primeiro vencedor, na história do Oscar, na categoria de Melhor Filme!
Agora com o desenvolvimento tecnológico e sofisticação cinematográfica, os personagens começaram a receber tratamento específico, sem deixar de tratar de assuntos polêmicos, como incesto, homofobia e homossexualidade em vários blocos da sociedade.
Personagens gays, geralmente, eram levados pelo lado cômico, a questão dos trejeitos femininos, de se vestir de mulher. Isso naquela época, no começo das criações, era dominante, não que fosse a característica principal!
Como ainda existe hoje um código que censura as obras, nessa época foi criado O Código de Hays, este código é um documento que ditava o que o "bom costume" e a "família" não 'deveriam assistir' nas telas. Foi adotado pela MPAA (Motion Picture Association of America) em 1930, mas somente a partir de 1934 foi aplicado severamente. Com a adesão da Igreja Católica, que já havia criado um código para os seus seguidores e, no final dos anos 30, já induzia proibições a filmes, aos produtores de Hollywood, prevendo terríveis prejuízos, passaram a adaptar seus filmes a essas regras.
O Código de Hays condenava nos filmes situações que envolvessem beijos de língua, cenas de sexo, sedução, estupro, aborto, prostituição, escravidão (de brancos), nudez, aborto, obscenidade e profanação. O termo homossexual, que não foi citado na lista de situações, provavelmente se encaixava nesta última proibição. Uma coisa curiosa que se passou por despercebida é que a violência não é censurada. O código foi seguido fielmente pela grande maioria dos filmes produzidos em Hollywood até 1968, quando a MPAA criou o seu novo termo de conduta e censura, com bases muito similares ao anterior, e usado até hoje. Filmes que envolvem situações sexuais ainda são mais censurados do que filmes ultraviolentos e aqueles que envolvem relacionamentos homossexuais certamente um tanto mais.
Os códigos de conduta e censura se preocupam em privar às crianças de assistirem cenas que envolvam sexo, ou temas polêmicos, ou temas tão naturais como a sexualidade, como se isso fosse perigoso, mas impedir uma criança de assistir um filme violento, que poderá futuramente criar um espírito vingativo e agressivo em um jovem, eles não se preocupam né? Muito interessante isso!
As proibições impostas pelo código tiveram resultado pior do que banir o personagem homossexual do cinema; elas alteraram a sua representação, instituindo apenas a possibilidade de 2 papéis: a de antagonista naturalmente perverso ou a de personagem trágico. Mais grave e prejudicial do que esta representação foi a ideia de que o destino do personagem gay deveria ser sempre trágico, fosse pela falência de suas ambições dentro do universo narrativo ou pelo seu desejo "proibido".
"Qualquer cena ou argumento que tratasse o personagem gay de forma aberta estava destinada a alguma censura, fosse da MPAA ou dos próprios produtores/cineastas. Dessa forma, um romance sobre um escritor alcoólatra e sexualmente confuso ("Farrapo Humano", 1945) virou um filme sobre um escritor alcoólatra com bloqueio. Outro romance, sobre ataques a homossexuais e assassinato se tornou um filme sobre antissemitismo e assassinato ("Rancor", 1947). Uma cena de "Spartacus" (1960), em que há uma relação de erotismo entre 2 homens, tão comum e popularmente conhecida como típica da Roma e Grécia Antigas, e um diálogo sugestivo foi cortada da versão final. O mesmo, por outro lado, não acontecera um ano antes com a antológica cena final de "Quanto Mais Quente Melhor" (1959): ou seja, se o romance gay fosse sugerido como real não era tolerado, se fosse para efeito cômico, aí continuava não havendo problema."
Os primeiros sinais de mudança vieram principalmente do cinema inglês, que na década de 1960 começou a tratar da temática homossexual de forma aberta.
Segundo o IMDB, maior bando de dados do cinema do mundo, os filmes que contêm temática gay, foram produzidos estrondosamente a partir de 1996, dos 4200 filmes listados no IMDB, 1000 deles foram produzidos antes de 1996. Os outros 3.600 foram listados até 2011.
Na década de 90 teve o marco de dois filmes com a temática LGBT. Um deles, foi produzido em 1991, pelo premiado diretor Gus Van Sant, que ganhou mais reconhecimento com "Garotos de Programa" que abordava o relacionamento entre dois deles! Outro marco dessa década foi o inesquecível "Priscila - A Rainha do Deserto" que foi produzido em 1994, mesmo com todos os seus estereótipos, conseguiu apresentar as travestis à uma grande audiência, pela primeira vez na história do cinema!
Essas primeiras conquistas se alastraram pelos anos 2000, que percebeu um verdadeiro boom na produção de filmes de temática gay. Pela primeira vez, em mais de 100 anos de cinema, o personagem homossexual foi representado em todas as suas complexidades, ele deixou de ser o personagem gay do filme para ser um personagem qualquer que também é gay!
Diante da idade do cinema, e das produções com temática LGBT, é perceptível uma grande evolução, é claro, na produção, e esse desenvolvimento e essa evolução é notável pelos números! Um filme que trata temas sociais e que de forma ou outra são polêmicos, é evidente que ele seja muito criticado, porém ele é de grande importância para a sociedade, principalmente os membros LBGT. Acho que o papel de um filme gay é mostrar para as pessoas que nós podemos sim amar uma pessoa do mesmo sexo, amar outro ser de forma intensa, assim como o héterossexual. Os filmes vão além disso, eles mostram tudo que um gay ou uma lésbica ou uma trans ou uma travesti enfrentam no mundo preconceituoso que vivemos!
Gostaria de indicar dois filmes:
Meninos Não Choram: Uma menina que não se sente mulher, por isso cria uma imagem totalmente masculinizada. Ela se apaixona por uma menina. Sua identidade sexual vem ao público e as reações são completamente violentas. Vale muito a pena assistir!
Do Começo ao Fim: A emocionante história de dois meninos, que são meio irmãos, eles crescem e prometem cuidarem um do outro até o final da vida da dois! É uma linda e romântica história! É um filme nacional, estrelado por Rafael Cardoso, Julia Lemmertz, João Gabriel Vasconcellos e Fábio Assunção, entre outros!
Esse texto foi inspirado por um artigo do site Café História, artigo este publicado por Fábio Silveira, que é jornalista (ECO/UFRJ) e atua profissionalmente na área da música e do
-Uma coisa que você gostaria de fazer antes do mundo acabar? "Ser reconhecida, pelo menos uma vez, pelo o que faço a favor da arte."
-Qual o seu erro cíclico de redundância, ou seja, sua mania?
"São tantas, que agora eu até me embolo. Mas tenho muita mania de deixar as coisas fora do lugar. As vezes eu sei que " aquilo " não é ali, e me lembro na hora, mas eu deixo assim mesmo. Rs'"
-Qual situação constrangedora que você já passou? "HAHA' Quantas você quer mesmo?! Uma vez, fui a uma festa, essas sociais bem pequenas, coisa de pobre, sabe? 'HAHA, brincadeira. E eu, como nem gosto de beber, bebi um pouquinho, se é que me entende. Maaaaas, uma certa pessoa, menor de idade, e fraca para bebida, começou a beber SOZINHA, e tentou me acompanhar. Ou seja, ficou na "mão do palhaço". A dona da casa, que por sinal era mãe dela, estava fora, os vizinhos reclamando do som, parcialmente alto, chamaram a polícia. Eu, em trajes de quem estava na piscina, cuidando de uma menor de idade quase entrando em coma alcoólico, sem ser culpa minha, quase tomei ferro judicialmente. E além disso, pra todo mundo "naquela rua", eu sou culpada até hoje."
-Qual o tipo de chocolate que você mais gosta? "CHOCÓLATRA. Gosto de todos."
-Quem tem o nariz tão grande, ao ponto de você dizer que te inspira? "CARA, essa complica. 'HAHA. Na CIA nunca reparei isso, sério. Mas eu acho que o meu ex patrão ganharia de TOOOOOOOODO mundo!"
-Uma frase que eu não poderia dormir sem ler? "Sabe, são tantas. Mas eu tenho um texto, que eu adoro uma frase, particularmente: " Nos descobrimos pelo o amor; Nos conhecemos na distância "."
-Qual a sua idade? E qual idade queria ter? "Tenho 19. Ainda assim, gostaria de ter 19. Rs'"
-Arrependimentos? "E quem diz que não tem, sinto muito, mas todos nós temos. Todos nós queremos ter feito algo diferente do que foi. E eu não sou diferente, é claro que tenho. E não é um só."
-Qual o seu maior sonho? "As vezes parece sonho de criança, ou de gente sem o pé no chão não é? rs'. Mas eu não tenho os pés no chão mesmo, nem nasci pra ter. Eu acredito que se eu sonho, se eu quero, é porque sou capaz. Então eu sempre direi, que algum dia, eu hei de subir num palco, fazer o meu melhor, ser várias pessoas ao mesmo tempo, e ser reconhecida por isso."
-O que você espera como um produtor/colaborador/ator de filmes? "Eu apenas espero a plenitude, sabe. Afinal, isso é parte de mim. O meu desejo de ser uma atriz, não é por hobby. Eu quero sim, conseguir me manter por estes meios. Eu quero poder dar continuidade ao meu trabalho. E é só isso. Não posso esperar ser reconhecida nacionalmente, ou até mais que isso, eu posso batalhar para que isso aconteça, é diferente."
-Seu filme preferido? Por quê? "Eu adoro muitos filmes. Escolhi esse aqui, todo mundo já viu, e é fantástico! O CASAMENTO DO MEU MELHOR AMIGO - A história é magnifica, a trilogia é perfeita. Particularmente, esse filme é TUDO! É triste no final, se eu pudesse mudar, eu mudaria. HAHA, mentira. Eu acho que assim, ele ficou mais real, do que o que a gente tá acostumado: "Se casaram e viveram felizes para sempre". #eusemprechoro."
Breno Pacheco, colunista do blog
A Lanterna Mágica Filmes
O Cinema do Brasil nasceu em 1896 por iniciativa de um itinerante belga, que, com a imigração desta época, trouxe os ideais cinematográficos ao Brasil. Apesar de nunca ter se estruturado plenamente como indústria, nossas produções cinematográficas tiveram momentos de grande repercussão internacional, como na época do Cinema Novo, movimento influenciado pelo neorrealismo italiano e pela “Nouvelle Vague” francesa.
A primeira produtora e distribuidora de filmes brasileiros foi a Embrafilme, uma estatal criada em 1969 que estimulou o crescimento do mercado interno. Ao ser extinta em 1990 pelo Programa Nacional de Desestatização(PND) do governo Collor, suas funções de fiscalização e regulamentação cinematográfica foram abocanhadas pela Ancine e seus direitos de distribuição passaram para a iniciativa privada. O principal nome dessa iniciativa é a Rede Globo de Televisão, a segunda maior emissora do mundo.
O cinema antigo, da época da imigração e da Embrafilme, resumia em retratar a realidade brasileira. Alguns títulos como "Ancoradouro de Pescadores na Baía de Guanabara" e "Chegada do trem em Petrópolis" retratam aspectos da sociedade brasileira como a vida dos pescadores do Rio de Janeiro na época do final do império e a construção da primeira linha férrea do Brasil, a Rio-Petrópolis, respectivamente.
É visivel entretanto que essa temática não mudou depois de tanto tempo de cinema e depois de tantas transformações. O tema principal dos filmes nacionais atuais continua sendo a realidade brasileira, o que é bom e ruim, simultâneamente. É bom, pois consiste numa forma interessante de apresentar um Brasil que milhões de brasileiros ainda não conheçam ou tenham uma opinião divergente do que realmente aconteça. E é ruim porque informar NÃO é o principal objetivo de um filme.
Os estúdios de cinema brasileiros são poucos e a maioria são tão ofuscados pelo “Poderoso Chefão” do cinema brasileiro que seus trabalhos não atingem grande repercussão e alguns são inclusive desconhecidos do público. Isso porque a Globo Filmes, a “Toda Poderosa” detem a 90% das patentes de filmes registrados até hoje.
Veja só como é o Brasil: nossos escritórios de registro de patentes são muito pouco conhecidos e frequentados. O brasileiro não tem o costume de inventar e patentear suas criações para que elas sejam reconhecidas. E nossa produção cinematográfica foi praticamente toda monopolizada por apenas uma empresa. Ou seja, estamos destinados a assistir filmes produzidos por quem só sabe produzir novelas! Repare que existem poucas produtoras de filmes no Brasil além da Globo, como a Zeta Filmes e a Imagem Filmes. Produtores individuais só conseguem exibição de seus filmes em pequenos festivais de cinema, justamente porque não conseguem divulgação de seus trabalhos pois quem controla a mídia é a Rede Globo. Sem falar dos custos de produção que, para amadores, chega a ser quase impossível produzir um bom filme devido a alguns fatores:
Alto valor agregado de equipamentos profissionais;
Péssima qualidade dos produtos nacionais, o que nos força a procurar os internacionais;
Taxa de importação de equipamentos. O Brasil é o país mais taxativo do mundo;
Dificuldade de agregar propaganda aos projetos.
Nos Estados Unidos principalmente, a criação e registro de patentes é estimulada até mesmo entre os cidadãos comuns e a concepção e realização de projetos é livre. Por isso que existem tantos estúdios de cinema em terras estadunidenses como a 20º Century Fox Films, a Columbia Pictures, a Dreamworks, a Pixar, a Warner Bros., a Paramont, a MGM e muitas outras. As condições financeiras lá são ótimas e os equipamentos são de valor baixo, até mesmo os profissionais. Lá se tem todas as condições para se criar um bom filme.
A mídia conservadora e muitos telespectadores que assistiram ao filme “Tropa de Elite” e que gostaram, dizem que o cinema brasileiro melhorou muito nos últimos anos. Sim, se comparados com os filmes brasileiros de 20 anos atrás, os filmes de hoje são alguma coisa. Mas ainda deixam muito a desejar quando jogamos o Brasil no contexto internacional. Afinal, o Brasil não quer tanto aparecer no contexto mundial né???
Um grande problema é que FILMES NACIONAIS SÓ SABEM FALAR DE DROGAS E DINHEIRO! Esse é o tal tema principal dos filmes nacionais que eu citei lá em cima. Como filme nacional só se trata de exibir a realidade brasileira, os filmes que mais tem repercussão são aqueles que usam drogas e dinheiro como causa, problema, solução e até enredo de muitos filmes, como em Cidade de Deus e Meu nome não é Johnny, por exemplo. Os filmes brasileiros são, na verdade, novelas de 2 horas! Óbvio né, quem faz filme nesse país são os mesmos atores, diretores e produtores de teledramaturgia! Lógico que os filmes têm que sair com cara de novela. Isso é absurdamente evidente. Se você sintoniza na Globo e está passando um filme nacional, a primeira reação que você terá é tentar adivinhar se trata-se de um filme ou novela. Por favor Rede Globo, deixa a novela da vida real pros documentários e programas jornalísticos e vamos investir em ficção, por favor! FILMES NACIONAIS SEMPRE QUEREM DIZER O QUE É “CERTO” E O QUE É “ERRADO” e lutar contra preconceitos (geralmente raciais). A impressão que se tem é que todo rico trata o pobre mal. Qualquer um que assista a um filme como "American Pie" sabe o que é errado ou certo. Não é preciso repetir o óbvio. E tem mais um ponto discutível no cinema nacional: OS FILMES NACIONAIS NÃO CONSEGUEM APENAS DIVERTIR OS TELESPECTADORES. Acredito que ninguém vá ao cinema querendo assistir a um filme sobre algo ao qual você possa assistir no jornal televisionado. Os diretores brasileiros não conseguem fazer um filme pensando apenas no entretenimento, como acontece muito lá fora. Não se tem um bom filme de terror brasileiro, nem algum com efeitos especiais, isso porque não é interessante pra Globo fazer um filme assim, pois é mais rentável fazer um filme sobre a realidade brasileira, ou seja, é melhor jogar a reputação do Brasil na privada, do que fazer algo simplesmente que faça as pessoas rirem, se divertirem e se surpreenderem. O aspecto negativo dos filmes já está tão batido que ao ver um filme nacional, quase ninguém mais se surpreende. A Rede Globo é cheia de conexões com o Governo Federal, por isso esse é o tema central dos filmes brasileiros. Mostrar pro mundo lá fora que o que mais importa aqui são as drogas, a violência e o dinheiro. ¬¬’
É possível que, mesmo com um assunto que vemos todo dia em nossos noticiários, os filmes nacionais consigam ser razoáveis, como o caso de “Tropa de Elite”, mas onde está o bom enredo? Se você vai ao cinema assistir a “Os Vingadores”, por exemplo, você não está preocupado com drogas e violência na sua cidade. Você vai ao cinema pra se divertir, pra assistir a algo que te faça voar pela imaginação. Drogas, dinheiro e violência, a gente vê todo dia no Jornal Nacional. Não é isso mais que queremos ver.
O que falta no Brasil são diretores que transformem coisas pequenas em coisas grandes. Como acontece muito lá fora. Diretores estrangeiros transformam pequenas ideias em filmes magníficos. “Marley e Eu”, por exemplo, apesar de ter atores de primeira não é uma "mega produção americana", porém fez sucesso. O brasileiro tem que entender que mesmo sem muita renda é possível fazer filmes bons.
Concluindo: o cinema brasileiro parece estar empenhado em fazer um grande filme seguindo a fórmula de drama, violência, realismo (na opinião deles, por isso tantos filmes "baseados numa história real") e com uma lição de moral convincente no final, e assim despontar em grande estilo no cenário internacional. Acho que deveriam pensar em amadurecer melhor o cinema nacional, antes de sonhar com sucessos arrebatadores. Ainda mais se usarem sempre a mesma fórmula.
Até o Brasil parar de tratar seus filmes como novelas de duas horas e meia nós só faremos sucesso falando mal do nosso país e da nossa realidade. É isso que dá, ter uma só empresa no comando de quase tudo quando se trata de cinema brasileiro.
Obs.: O Wikipédia tem uma lista dos principais estúdios de cinema do mundo. Dá só uma olhada: Principais estúdios de Cinema
Função: Responsável por fotografar os trabalhos da LMF
-Uma coisa que você gostaria de fazer antes do mundo acabar?
"Conseguir pelo menos me formar, para que os anos de estudos não tenham sido em vão! rs"
-Qual o seu erro cíclico de redundância, ou seja, sua mania?
"Porra! Tenho tantas, acho que é de querer falar o melhor possível, porém uso muito palavrão! Mania boa e uma feia! haha"
-Qual situação constrangedora que você já passou?
"Acho que pra um homem, é ficar excitado em público! kkkk Nada barra isso! kkkkk"
-Qual o tipo de chocolate que você mais gosta?
"Eu gosto de chocolate, porém prefiro meio amargo!"
-Quem tem o nariz tão grande, ao ponto de você dizer que te inspira?
"Po, nariz grande? Yago! KKKKK Mas que me inspira... Acho que não tem uma pessoa em si, o que me inspira é a arte num conjunto! Quando me fala em inspiração não vem um nome na cabeça!"
-Uma frase que eu não poderia dormir sem ler?
"'Sejas a mudança que desejas ver no mundo!'' (Gandhi)"
-Qual a sua idade? E qual idade queria ter?
"17. Queria só ser maior de idade!"
-Arrependimentos?
"Poucos, muito poucos! Costumo me arrepender mais do que não faço, parece clichê né? Mas não é! haha"
-Qual o seu maior sonho?
"Ser feliz, para poder sorrir! E depois, ter grana pra fazer qualquer coisa que eu quiser! Qualquer!"
-O que você espera como um produtor/colaborador/ator de filmes?
"Agregar conhecimentos nesse meio artístico que muito me encanta e fazer uso de minha criatividade!"
-Seu filme preferido? Por quê?
"Uma prova de amor. Porque é um filme que mostra que o amor não impera limites, se o amor for verdadeiro, ele ultrapassa todas as barreiras. Isso é mostrado de uma forma meio que inocente, pois é o amor de duas irmãs, cuja uma tem câncer e as duas mantêm um segredo! Vale à pena!"